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Greyboy | The Greyboy Allstars

Greyboy foi um cara “descoberto” por um dos integrantes aqui do blog, em uma conversa e outra trocando sons do mesmo naipe! Instantaneamente virou um vício, e assim mesmo, de um jeito rápido!

Tem gente que não gosta (assim como pra qualquer outra coisa na vida), mas ultimamente estamos ouvindo tanto esse tipo de música, descobrindo a linguagem do som mesmo, do detalhe e da batida, pra ouvir na hora certa (que dependendo de cada um pode ser pra tomar uma breja, dirigindo de madrugada, pra relaxar, pra deixar rolando em uma festa com o pessoal conversando e fumando um cigarro ou outro, enfim…)

Greyboy

Greyboy é um DJ da Califa e seu estilo é acid jazz, hip hop, soul, funk, experimental e grooves daqueles que você nem imagina que existiam, tudo traduzido da melhor maneira possível! Pode ouvir porque é só pedrada!

Ruffneck Jazz

Who’s Gonna Be The Junkie?

Singles Party

Daí como se não bastasse, ele é co-fundador e homônimo do The Greyboy Allstars, formada quando cada um dos membros foram convidados por Greyboy para tocar em uma festa em um clube famoso por mandar só funk, daí como gostavam de tocar juntos e principalmente se divertiam com isso, decidiram continuar como uma banda. Trabalham mais o acid e soul jazz, hoje cada integrante tem seu projeto solo ou trabalha com outros artistas, e Greyboy não faz mais parte da banda mas ela mantêm firme seu nome e sabe como é… de vez em quando ele dá uma beliscada e mandam um som juntos.

The Greyboy Allstars

Se liga! Destaque pro clipe da música Still Waiting!

Still Waiting

Soul Dream

Tenor Man

CHILL OUT!

Postado por Fábio (Grilo)

 

 

 


Jazz Versions

Jazz é uma coisa que ou você gosta, ou você não gosta!

Não existe meio termo, eu aprendi (e ainda aprendo) por amigos, através de uma cerveja ou outra, talvez um cigarro, sem me preocupar com quem tá ali, ou o nome da música ou em qual ano foi gravado… é uma parada que você escuta despreocupadamente, sem aquele compromisso de decorar nomes, você só relaxa e não tá preocupado em falar disso pros outros! Daí eu acredito que entra alguma mania, do tipo dirigir de madrugada ouvindo, ou antes de dormir relaxando depois daquele dia de cão.. eu mesmo faço isso, tem a hora certa pra você ouvir! E uma coisa é verdade… você relaxa!

Alguns nomes você até sabe ou já ouviu falar, do tipo Miles Davis, John Coltrane, Thelonious Monk, Art Blakey, Charles Mingus, Chet Baker, Herbie Hancock, Jaco Pastorius, The Dave Brubeck Quartet, Dizzy Gillespie, Marcus Miller, entre vários outros!

Daí tem uma parada que funciona pra você ouvir jazz, existia um programa maravilhoso na Rádio Eldorado FM (107.3) chamado SALA DOS PROFESSORES, apresentado por Daniel Daiben (manja nada!), onde ele te ensina a ouvir jazz, do ritmo, da interpretação jazzística do trompete, da bateria mandando no ritmo, do baixo conversando com a guitarra simultaneamente, do piano fazendo carinho sobre o som do saxofone, daquela olhada de um pro outro tipo falando: “Mano, espera aí que tô mandando meu som e logo é a sua vez”, do controverso, do improviso, da origem, da versão, da habilidade… e você presta atenção, e acha isso mó barato!

Ficou curioso pelo programa? Rádio Eldorado FM (107.3) – Sala dos Professores (Arquivo)

Mas então, uma maneira que você também pode tentar ouvir jazz é escutar algumas versões de músicas que talvez você já conheça! Eu particularmente prefiro as versões até do que as originais, elas se transformam num primeiro momento e ficam irreconhecíveis! Separei algumas músicas em versão jazz que eu achei mais legais, no YouTube você encontra muito mais!

The Stepkids – Get Lucky (Daft Punk ft. Pharrell Williams – Cover)

Presta atenção como eles se divertem!

The Doors – Riders on the Storm

The Doors – People Are Strange

Achei pesado!

Jazz Against The Machine – Bombtrack

É sim o que você tá pensando, cover de Rage Against The Machine!

The Andy Lim Trio feat. Rage Against the Machine – Killing in the Name

Essa é versão, mas não ficou legal pra caralho?

MENÇÃO HONROSA: Paul Anka

Presta atenção no que esse cara faz! É dele as letras de “She’s a Lady” de Tom Jones e “My Way” cantado por Elvis Presley, Frank Sinatra, entre outros.

Paul Anka – Wonderwall (Oasis – Cover)

Paul Anka – Black Hole Sun (Soundgarden – Cover)

Paul Anka – Eye of the Tiger (Survivor – Cover)

Paul Anka – Smells like teen Spirit (Nirvana – Cover)

Paul Anka – Jump (Van Halen – Cover)

Se gostou, experimenta depois começar ouvir Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Nina Simone, Sharon Jones, Nat King Cole, Norah Jones, Diana Krall, Esperanza Spalding… que aos poucos você vai gostando!

Postado por Fábio (Grilo)


Zé do Caixão (Coffin’ Joe) + Heavy Trash

Zé do Caixão (ou Coffin’ Joe como é conhecido lá fora) não teve tanto reconhecimento aqui no Brasil (a não ser em quadros de humor e/ou sátiras). José Mojica Marins, criador deste célebre personagem, desenvolveu um estilo próprio de filmar, que inicialmente desprezado pela crítica nacional, passou a ser reverenciado após seus filmes começarem a ser considerados cult no circuito internacional. Mojica é considerado como um dos inspiradores do Movimento Marginal no Brasil.

Zé do Caixão, personagem criado por Mojica em 1963, foi baseado numa figura de um pesadelo do cineasta. É um personagem amoral e niilista que se considera superior aos outros e os explora para atender a seus objetivos, é um descrente obsessivo, um personagem humano, que não crê em Deus ou no Diabo. O cruel e sádico agente funerário Zé do Caixão é temido e odiado pelos habitantes da cidade onde mora. O tema principal da saga do personagem é sua obsessão pela continuidade do sangue: Ele quer ser o pai da criança superior a partir da “mulher perfeita”. Sua ideia de uma mulher “perfeita” não é exatamente física, mas a de alguém que ele considera intelectualmente superior à média. Na busca por esta mulher ele está sempre disposto a matar quem cruza o seu caminho (tem gente que faz isso até pras que não são tão intelectuais assim…)

Em 2011 apareceu dentro de um caixão suspenso na Praça Júlio Prestes, abrindo o show do MISFITS na Virada Cultural (que foi FÓDA!), só que a galera começou a atirar latas de cerveja e garrafas de água… daí não deu muito certo e ele jogou uma praga na galera, claro!

 “Estão atirando coisa, me machucáro, quase que me cegaram os olhos, segura as pessoa, seus vândalo, malvados, bandido, (?), merece realmente para as profundezas do infeeeerrrrno” 

Enfim, já o Heavy Trash é uma banda de rock ‘n’ roll, rockabilly, blues, country e garage punk liderada pelos fodíferos Jon Spencer (frontman do incrível The Jon Spencer Blues Explosion) e Matt Verta-Ray (guitarrista do Speedball Baby). Com toda essa temática, os dois se juntaram em 2009 num show intimista da MTV, onde Jon Spencer contou de sua vontade em conhecer Zé do Caixão, e como isso foi realizado!

Música: You Can’t Win

Confira o show completo também, porque vale a pena!

Músicas: Justine Alright, (Matt Verta-Ray contando como criou a banda com Jon Spencer) Dark Hair’d Reider, Bumblee Bee

Músicas: Papo sobre influências, e a história da música a seguir – She Baby, (Jon Spencer conta a origem do nome Heavy Trash), Way Out

Postado por Fábio (Grilo)

 

 


Keith Morris e OFF!

Esse final de semana (dias 16 e 17/11) foi coroado pelos dois primeiros show do OFF! no Brasil, iniciando sua turnê por aqui! E (óbvio) estivemos lá para acompanhar essa pedrada!

OFF! é uma banda punk criada em 2009 por Keith Morris (Circle Jerks/Black Flag), Dimitri Coats (Burning Brides), Steven Shane McDonald (Redd Kross) e Mario Rubalcaba (Rocket From the Crypt/Hot Snakes). O grupo surgiu a partir de composições que deveriam integrar um novo disco do Circle Jerks, produzido por Coats. Um desentendimento entre Morris e os outros membros da banda fez com que a produção do álbum fosse abortada, levando à formação do OFF!

Dia 16/11, noite agradável em SP, breja gelada, fila quilométrica (mas era só pressão, entrada de boa!), adentramos o recinto onde Keith Morris já colocou os pés em 2009 com o Circle Jerks, já esperando pela cacetada!

“Somos altos, barulhentos, rápidos, prepotentes e desafiadores. Tudo aquilo que os seus pais não gostam.” Keith Morris

Com abertura da banda Water Rats de Curitiba, que também abriu o show deles em sua terra natal, não conseguiram agitar tanto a galera que estava na pilha pelo OFF!

Keith Morris e Steven Shane McDonald

Keith Morris e Steven McDonald

Sem muita demora o OFF! já entra no palco mandando muitos sons um atrás do outro (tipo tudo!) o que para os ali presentes tornou-se um momento fóda! Rápido, pesado, agressivo, enérgico, gritado, porém com um Keith meio chato! Se liga no trecho que gravei do show, ele “puto” com um mano que embaçava pra dar mosh (~11min.), tendo que lhe ensinar em etapas: One, Two, Three!” Ou quando lhe pedi um simples “Say Hello” pra câmera (~31min.) olha o que ele me respondeu!

 Tá aí o recado pro nosso blog ESCUTO VINIL E BEBO CACHAÇA!

E a pedrada seguiu! Casa lotada, som fóda!

Em determinado momento do show uma pessoa da platéia levantou a capa de um disco do Black Flag, quando Keith disse: “Eu fiz essa banda com o meu melhor amigo do mundo, hoje ele é o maior cuzão do mundo”. E palmas da galera!

“O instinto dos músicos fala muito alto, a gente se entende no momento em que devemos fazer uma curva para a esquerda. Não estamos para brincadeira” Keith Morris

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Keith com seus 58 anos de idade destrói tudo de qualquer jeito! Já no dia seguinte (17/11) a casa estava menos cheia e começou mais cedo! Tempo já frio, ameaçando aquela chuva mas a breja ainda continuava gelada! A banda de abertura inicial, Cristo Bomba (RJ) foi substituída pelo Leptospirose (SP), surpreendendo a galera mas também sendo um ótimo show! (vide final do post).

Também sem demora, OFF! adentra o palco com Keith apresentando um por um e dando o primeiro indício de que ele estava chatão ainda, quando durante a apresentação dos integrantes ele reclamou da fumaça que era solta inicialmente no palco, pedindo encarecidamente: “No, no smoke! No smoke, please Mr. Special Effects Guy, no smoke please!” Mas na sequência já iniciaram o que fazem de melhor, rasgando só sonzêra uma atrás da outra!

Keith Morris diz que se apresentar com o OFF! afina seu sangue quando sobe ao palco.

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“Estou tocando com um novo grupo de caras e a combinação traz uma nova energia.” Keith Morris

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Dimitri Coats, Keith Morris, Mario Rubalcaba e Steven McDonald

Keith dessa vez reclamava do seu retorno, porém já dava mais risadas, estava mais raivoso nos ápices dos sons, citava o ator Robert De Niro como seu preferido bem como seus filmes, o porque do “King Kong Brigade”, e não permitindo que ninguém que estava ali vendo o show ao menos piscasse os olhos! Ao término do show ficou aquele sentimento de que foi pouco, que essa energia seria necessária mensalmente… nenhum show mais será a mesma coisa! Se você não foi, perdeu a oportunidade FÓDA de ver essa banda de perto, trocar uma idéia com eles depois do show, pegar autógrafos e tirar fotos, agora resta esperar que no próximo certeza que estaremos presentes também!!!

Sobre a substituição do Cristo Bomba pelo Leptospirose, em pesquisa pelo facebook do pessoal que colou, citaram diversos motivos… que o pessoal do Cristo Bomba quis colar no show de sábado de graça e a organização não deixou, eles achavam que tinham direito porque iriam tocar domingo, pesaram nos caras, que a mudança se deu à mesquinharia dos donos da casa, diz que polícia apareceu, encrenca desnecessária, o batera e outro cara foram presos e uma galera foi pra delegacia acompanhar, ENFIM! Mas não foi isso que impediu de mandarem um som, se liga neles tocando lá na rua, a música CROCODILA do RATOS DE PORÃO!

Botaram pra foder  mesmo do lado de fora, isso é PUNK!

D O  I T  Y O U R S E L F !

Postado por Fábio (Grilo) / Vinícius Cuesta


Como gelar sua cerveja mais rápido!

Nesses dias de calor, com sensação térmica from hell, você louco pra sair do trabalho, chegar em casa e tomar aquela gelada! Ou independente se estiver calor, se você quiser ouvir um som, assistir algum jogo, trocar uma ideia… sabe aquele primeiro gole de secar o copo? Aquela laceada pra mais breja que virá? Aquela que você toma e diz: PUTA QUE PARIU, QUE DELÍCIA!

Pois bem, isso se você é um cara prevenido e já deixou algumas gelando em casa… certo? CEEEEEEERRTO! Você bate o olho (eles brilham), a cerveja olha pra você e BANG! Você merece!!! Trabalhou pra caralho, missão cumprida por hoje, ou meu time vai ganhar nessa porra olê olê olá!

Mas e a frustração de lembrar que você NÃO TEM breja gelada? (fuck!) A vontade é um bagulho triste! Ou ainda naquele churrasco, a necessidade de gelar ela depressa, mais breja chegando, tudo quente (isso quando não tem gente trazendo cerveja ruim quente, e tomando as boas geladas… dispensa comentários.)

Aqui temos algumas maneiras de gelar a sua breja mais rápido! Se você pesquisar, todas prometem fazer isso em tempos estipulados (de 1 à 15 ou 20 minutos…), mas desencana porque isso depende de muita coisa! Então paciência que ela vai gelar mais depressa do que se estivesse no freezer e já era!

PRIMEIRO: Com gelo, álcool e sal (ou só sal, ou só álcool)

Forre o fundo com gelo, disponha a cerveja e mais gelo pra cima! Alguns misturam separadamente tipo meio quilo de sal com meia jarra de água (mistura concentrada) e jogam por cima, depois mais ou menos a mesma quantidade de álcool; mas se você jogar tudo lá em cima do gelo dá certo também! Nota: Sal grosso é melhor!

Por que?

O ponto de congelamento da água é muito próximo a 0°C, quando você adiciona sal ou álcool na água esta se torna uma solução e esta temperatura reduz, podendo baixar para algo em torno de -8 à -10°C (isto devido às propriedades desta solução). Já se perguntou porque a vodka não congela? O freezer não atinge a temperatura mínima necessária! Ou já pensou no combustível usado em carros em países que nevam, se o tanque congelar? Pra isso são usados aditivos que reduzem a temperatura necessária para o congelamento, o princípio é o mesmo!

SEGUNDO: Com extintor de incêndio de CO²

Aponte e aperte o gatilho! CO², dióxido de carbono (nome popular: gelo seco), solidificado ao ser resfriado a uma temperatura inferior a -78°C. É um gás mais denso que o ar, pressurizado em estado líquido, ao ser utilizado é expelido em forma de gás. O bagulho é gelado! Só presta atenção quando for utilizar, você pode facilmente congelar a cerveja (como no vídeo abaixo), e tenho certeza que você não quer isso…

Vai lá, espertão!

Por que?

O gás ao ser expelido sofre um aumento rápido de volume, de modo a não trocar calor com o ambiente, tendo consequentemente uma diminuição de temperatura. Nota: É extintor de CO², e não de pó químico, quer morrer?

TERCEIRO: Com nitrogênio líquido

Coloque as cervejas em um recipiente e despeje o nitrogênio líquido! Acabou!

Por que?

Essa parada tem a temperatura de -196°C, quando em contato com outra superfície ele inicia uma troca de calor, “roubando” e consequentemente diminuindo a temperatura de outro corpo. Só que, se com CO² você já poderia congelar facilmente a cerveja, neste então… é 1 minuto e tira logo! Nota: Não toque o nitrogênio, você pode sofrer graves queimaduras (é gelo mas queima!)

QUARTO: Com papel toalha molhado

Enrole a cerveja no papel toalha, molhe e coloque-as no freezer.

Por que?

O papel por ser fino e estar molhado, congela facilmente! Oferecendo uma ótima superfície de contato com a cerveja, gelando mais depressa! Simples né?

É isso, agora pode gelar sua breja, descansar depois de um dia longo de trabalho, ouvir aquele som ou assistir aquele jogo! Ou contar isso pros amigos no próximo churrasco!

Postado por Fábio (Grilo)


Suco de Limão ou Cerveja? Na segunda-feira, pode?

Pode tomar uma gelada de segunda-feira? Nesse calor meu amigo, sem dúvidas que sim. Saí de casa hoje pensando em tomar uma Stella, afinal, com essa gostosa não tem erro! Mas um rótulo me chamou atenção quando cheguei diante da geladeira no mercado. Claro que inicialmente rolou um preconceito por ser Kaiser, mas nesse calor a promessa de refrescância foi o suficiente, mesmo sabendo que a palavra refrescância não existe no dicionário!

O rótulo diz: 

Você sabe o que é KAISER RADLER?
Radler foi criada quando o alemão Franz Kugler misturou suco natural de limão com cerveja para refrescar ainda mais os clientes de seu bar, que ficava no final de uma trilha de ciclismo. Radler é uma receita que existe desde o século XX, uma bebida elaborada com cerveja e suco natural de limão para ter REFRESCÂNCIA EM DOBRO. 

60% Suco de Limão
40% Kaiser

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Sim, ela refresca de verdade. A sensação é mais parecida com a de tomar um suco do que cerveja. Talvez ficasse melhor se fosse 60% cerveja ou até mesmo 70%. O que predomina é realmente o gosto do limão, dando pra sentir de leve aquele bom gosto de cerveja. Como não sou degustador de cerveja profissional (óbvio) não identifiquei o gosto da Kaiser. Bem verdade é que eu talvez nem saiba como é realmente o gosto da Kaiser, mas pressuponho que seja ruim, em lembranças de anos atrás. Talvez tenha melhorado já que agora é feita pela Cervejaria Heineken. Essa bebida em questão é tipo Smirnoff Ice + Suco Limonada Do Bem + Cerveja. Vale a pena, as chances de você gostar são maiores do que a de não gostar. Mas que poderia ser 70% cerveja, poderia deveria!

Postado por Bruno Fortunato (Brunold)


Lupicínio Rodrigues, criador da dor de cotovelo!

Você já sofreu na vida? Teve alguma desilusão seja qual for? Mesmo? Ahhhhh não igual a esse cara… seria comédia se não fosse trágico, vai na minha!

Esse cara aí é Lupicínio Rodrigues, 4º filho de 20 irmãos(ãs), compositor brasileiro famoso pelas músicas que expressam muito sentimento, principalmente a melancolia de um amor perdido (bad!). Criador do termo DOR DE COTOVELO, do ato de debruçar em um balcão de bar, chapar o globo, chorar com aquela dor na peita, e tudo mais. Lupicínio buscou em sua própria vida a inspiração para suas composições, onde a traição e o amor andavam sempre juntos!

Ouvindo um som pensando nela!

Nunca foi um bom aluno, o negócio dele era a boemia, tomar aquela gelada, cantar, batucar e paquerar! Foi emancipado para servir ao exército como voluntário, foi promovido a cabo e conheceu Inah, iniciando aí sua peregrinação amorosa, perdidamente apaixonado pela nobre senhorita esta tornou-se uma grande musa inspiradora de sua obra. Noivou durante 5 anos mas tudo acabou porque… uhmmm… ah, ele explica nesse vídeo:

E ainda compôs uma música pra mina! Depois de pisotear seu coração, ele é um cara apaixonado! Ele tá machucado nesse vídeo, ele não sorri, ele lembra dos momentos bons apesar de tudo, pqp!

Depois de Inah, Lupi (como era chamado desde pequeno) ficou envolvido por mais 5 anos com Mercedes, para quem também dedicou algumas músicas, com destaque pra essa:

Aqui ele já tá mais puto, romântico… mas puto!

Enfim, esse cara deve ter passado por tantas histórias que a gente nem sabe, mas o barato é imaginar isso nas suas letras, como por exemplo essas daqui:

“Ela disse-me assim, tenha pena de mim, vá embora! Vais me prejudicar, ele pode chegar, está na hora…”

“… fazer do meu peito uma caixa de ódio, como um coração que não quer perdoar…”

Boêmio profissional, teve várias casas noturnas e restaurantes. Na década de 70, graças à iniciativa da Abril Cultural que lançou um disco contendo músicas de Lupi com intérpretes da nova geração, como Paulinho da Viola, Gal Costa, Gilberto Gil, Elis Regina e Caetano Veloso, Lupicínio foi redescoberto. Em sua última entrevista, quando perguntado sobre o que estava achando do panorama musical brasileiro, se não se sentia meio deslocado, respondeu com uma ponta de amargura (ainda não havia sido redescoberto) e outra de orgulho: ‘Eu não tenho nada com o ambiente musical brasileiro. Eu não sou músico, não sou compositor, não sou cantor. Não sou nada. Eu sou um boêmio”.

Aquele tipo de cara que só queria reunir os amigos, compartilhar experiências e desabafar tomando uma breja!

Compôs também o hino do Grêmio (“até a pé nós iremos, para o que der e vier, mas o certo é que nós estaremos, com o Grêmio onde o Grêmio estiver…”), e seus biógrafos acreditam que ele foi um dos precursores da bossa nova.

É, enche seu copo de pinga aí e chama a gente!

Postado por Fábio (Grilo)